Treinador de jiu-jitsu é acusado de estupro de vulnerável, importunação sexual e ameaça contra ex-alunas
Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, o “Melqui”, chegou a São Paulo sob custódia da polícia e permanecerá preso durante as investigações conduzidas pela Justiça paulista (Foto: Divulgação)
Transferido do Amazonas para São Paulo, o treinador de jiu-jitsu e investigador da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, o “Melqui”, de 47 anos, suspeito de crimes de estupro de vulnerável, importunação sexual, ameaça e invasão de dispositivo informático, chegou à capital paulista na noite desta quinta-feira (7).
“Melqui”, que foi preso temporariamente no dia 28 de abril deste ano em Manaus, foi transferido e está sob custódia no Presídio da Polícia Civil de São Paulo (PC-SP) até a conclusão das investigações conduzidas pela 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e pela 2ª Vara de Crimes Praticados contra Crianças e Adolescentes da Comarca de São Paulo.
Ainda de acordo com o documento, “Melqui” ficará recolhido em uma cela ou ala separada da população carcerária comum, com o objetivo de preservar sua integridade física.
“Ainda, o estabelecimento designado deverá assegurar ao custodiado condições de recolhimento em cela ou ala separada da população carcerária comum, preservando sua integridade física, o que corresponde ao núcleo protetivo da Lei nº 14.735/2023, ainda que o pressuposto da prerrogativa plena não esteja demonstrado”, determinou.
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As denúncias na 8ª Delegacia de Defesa da Mulher de São Paulo (DDM-SP), que resultaram na prisão do investigador, partiram de uma ex-aluna de jiu-jitsu, atualmente com 17 anos. Além dela, outras duas vítimas também relataram os abusos, sendo que uma delas afirmou que o crime ocorreu quando tinha apenas 12 anos de idade.
O treinador de jiu-jitsu e investigador da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, o “Melqui”, foi preso no dia 28 de abril deste ano pelos crimes de estupro de vulnerável, importunação sexual, ameaça e invasão de dispositivo informático.
Ele é investigado pela 2ª Vara de Crimes Praticados contra Crianças e Adolescentes da Comarca de São Paulo e, após decisão, ficará custodiado na capital paulista até a conclusão das investigações.